O QUE É HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA

thami dias (28.09.2017)


O QUE É HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA

Com certeza você já ouviu dizer que seu residente, acostumado ou colega possui hipertensão arterial. Similarmente já precisa ter ouvido dizer que o inclusive de modo algum trouxe nenhum demonstração da enfermidade e um dia infartou ou teve um apoplexia. Uma vez que é, a hipertensão arterial é inclusive uma enfermidade silenciosa que atinge grande parte da indivíduos brasileira. A Agremiação Brasileira de Cardiologia aponta que a prevalência da hipertensão varia entre 22 e 44% em adultos, é de 50% em cidadãos entre 60 a 69 anos, aumentando para 75% naqueles com mais de 70 anos de idade. Ser silenciosa é uma das principais qualidades da hipertensão arterial, e uma das mais preocupantes, uma vez que por não sentirem nada frequentemente as indivíduos descobrem tardiamente, no momento em que os “órgãos alvo” já sofreram lesões ocasionando Infarto acre do Miocárdio (IAM), Acidente Vascular Cerebral ou Encefálico (AVC ou AVE), Agravo Renal Aguda (LRA), entre outros. ̈ Várias indivíduos não tratam a Pressão alta visto que não sentem nada, é uma enfermidade que não incomoda. ̈ Os sinais frequentemente aparecem na crise hipertensiva, que trata-se de uma situação clínica na qual acontece uma elevação brusca da pressão nas artérias e aí efetivamente, essa vem acompanhada de sinais como cefalalgia (dor de cabeça), palpitação, ficção turva, pernas inchadas, abalo e falta de sono. No rotina profissional percebemos que esse é um apresentação no qual os pacientes e familiares apresentam várias dúvidas, e resolvemos nos empenhar nesse texto na esforço de aclarar as mais frequentes. Aqui você vai ler sobre: O que é pressão nas artérias? O que é Hipertensão ou Hipertensão Arterial? Quais as motivos da hipertensão arterial? Quais as resultados da Pressão alta? A pressão alta possui cura? Quais elementos interferem na aceitação ao tratamento? Respostas para as dúvidas mais frequentes dos pacientes no tratamento curativo e não curativo da pressão alta. O que é pressão nas artérias? A Pressão Nas Artérias é a pressão que o sangue executa nos vasos sanguíneos. O sangue circula pelo corpo humano graças ao resultado impulsor do coração, que age como se fosse uma bomba. coração bomba O que é Pressão alta ou Hipertensão Arterial?   A Hipertensão Sistêmica (HAS), popularmente conhecida como Hipertensão Arterial, é uma requisito clínica que pode ser causada por diversos elementos e é caracterizada por graus elevados e sustentados de pressão nas artérias (PA), isto é, considera-se uma indivíduo hipertensa no momento em que a pressão nas artérias se mantem aproximado ou maior que 140×90 mmHg, ou 14 por 9. O crescimento da pressão nas artérias, faz com que o sangue percorra pelos órgãos-alvo (coração, encéfalo, rins e vasos sanguíneos) com maior força/ pressão, causando lesões, aumentando dessa maneira o perigo de infarto, AVC, agravo nos rins, entre outros.   Quais são as motivos da pressão alta? Primária: pleito não identificada. Está relacionada ao estilo de vida e aos elementos de perigo. É a mais prevalente. Alguns exemplos: stress, abuso de sal, atavismo, refeição não sadio, obesidade, entre outros. Secundária: PA grande relacionada a motivos identificadas, como doenças renais, alguns remédios e gestação.   Quais as resultados da Hipertensão? A pressão alta traz como principais resultados modificações em órgãos, como o coração, o cérebro, os rins e os vasos sanguíneos. Dessa maneira, essa enfermidade é encarregado por 40% dos infartos, 80% dos derrames e 25% dos casos de carência renal derradeiro. Daí a valia e receio com tratamento e controle da pressão alta. A pressão alta possui cura? Não! Uma vez hipertenso, constantemente hipertenso. Inclusive que com as mudanças no estilo de vida e com o consumo de remédios, o paciente consiga preservar a pressão dentro dos arraias de normalidade, ele também continua sendo apontado um paciente hipertenso, necessitando preservar um orientação médico boletim, para análise do tratamento, seja ele curativo ou não curativo. Quais elementos interferem na aceitação ao tratamento? Sabemos que o sucesso do tratamento da Pressão alta não depende somente de ingerir remédios, nem sequer tão pouco que a responsabilidade seja apenas do paciente. A Administração Mundial da Saúde (OMS) determina que para a efetividade e aceitação ao tratamento, cinco elementos precisam ser considerados: Socioeconômicos: São capazes de estar relativos à falta de acesso à medicamento; Relativos ao paciente: redução do admiração com o tratamento; Relativos à enfermidade: seguir a prescrição médica pode acarretar em abraçar mudanças na cotidiano do dia a dia; Relativos ao tratamento: sinais indesejados trazidos pela medicamento; Sistema e equipe de saúde: acudir-se cada vez mais individualizado o atendimento ao paciente. Vale destacar que, de acordo com um pesquisa executado em Campinas, foi possível identificar que 24,4% da indivíduos hipertensa abandonou o tratamento por falta de informação. Isto é, uma indicador simples de pedagogia em saúde, esclarecendo as dúvidas dos pacientes, quanto aos riscas e vantagens do tratamento, orientações sobre mudanças nos práticas diários e como acoplar as atitudes farmacológicas e não farmacológicas, possui grande potencial de reforçar a aceitação ao tratamento, favorecendo uma melhor qualidade de vida ao paciente hipertenso.   Posto isto, é primordial que a equipe de enfermagem esteja preparada para identificar as dificuldades que o paciente/ cliente apresenta para abraçar ao tratamento, encontrando técnicas para maior aceitação, isto é, ser corresponsável pelo seu tratamento. Os profissionais de enfermagem são os profissionais que estão frequentemente mais próximos dos pacientes, seja no clínica ou nas unidades básicas de saúde, ou são os profissionais responsáveis por exercitar os agentes comunitários de saúde, sendo primordial que estejam preparados e embasados cientificamente para agir as dúvidas e ajudar no processamento de controle da pressão nas artérias e na advertência de problemas. Respostas para as dúvidas mais frequentes dos pacientes no tratamento curativo e não curativo da pressão alta. TRATAMENTO CURATIVO Cabe acentuar que o tratamento com remédios anti-hipertensivos é uma decisão que precisa ser considerada avaliando a preferência do paciente, o seu nível de acordo para oscilação no estilo de vida, os graus pressóricos e o perigo cardiovascular. Frequentemente o tratamento curativo é recomendado, juntamente com a oscilação de estilo de vida, para os pacientes com alto perigo cardiovascular ou graus pressóricos no aprendizado 2 (PA maior ou aproximado 160x100mmHg). Indivíduos que não se enquadram nesses bases, abrange a capacidade de optar, em conjunto com o médico, não começar a medicamento num primeiro hora, podendo abraçar a hábitos de vida saudáveis para adquirir uma objetivo, por um tempo de 3 a 6 meses. Nesse tempo, precisa ser acompanhado a pressão nas artérias mensalmente pela equipe e caso não consiga adquirir a objetivo, o tratamento com anti-hipertensivo precisa ser apresentado. “Minha pressão está comum, necessário ingerir o medicamento da pressão hoje?” EFETIVAMENTE! As remédios para o controle da pressão alta são de consumo auxiliar, devendo ser usadas constantemente, de acordo com prescrição médica. Se a pressão está comum, significa que a medicamento e os afazeres estão sendo satisfatórios. A adiamento de doses aleatórias, sem recomendação médica, são capazes de provocar picos hipertensivos (crescimento íntegro da pressão nas artérias) e fazer problemas para o paciente hipertenso, como a agravo nos rins, doenças coronarianas e até, acidente vascular cerebral (AVC ou apoplexia). “Tenho vários efeitos nocivos com a medicamento para pressão” Converse com o enfermeiro ou médico que te atende e explique os sinais. Pode ser que seja possível substituir a medicamento até obter uma que você se adapte melhor, é indispensável que você comunique o profissional que te atende para que possa ser possível acertar o tratamento. O sucesso do seu tratamento depende bastante do seu abarcamento.   TRATAMENTO NÃO CURATIVO: O tratamento não curativo é apontado essencial para que se alcance o controle da HAS e diminua os riscas de problemas, como as doenças cardiovasculares, obesidade e dislipidemia. Inclui-se no tratamento não curativo, a diminuição no consumo de bebidas alcoólicas, cigarro e a aceitar de hábitos de vida saudáveis, como refeição, execução de exercício física, controle do peso. Bebida alcoólica: é comprovado que a diminuição do uso de bebida alcoólica reduz discretamente a pressão nas artérias, promovendo diminuição de 3,3 mmHg em pressão sistólica e 2,0 mmHg em pressão diastólica. Fumo: o fumo amplifica a defensão às drogas anti-hipertensivas, fazendo com que elas funcionem pouco que o aguardado. Além do mais, pesquisas estimam um crescimento de até 20 mmHg na pressão sistólica depois de o primeiro cigarro do dia, podendo preservar por até duas horas o seu resultado. O abandono do fumo pode coarctar depressa o perigo de enfermidade coronariana entre 35 e 40%.   REFEIÇÃO: “Aproximadamente não coloco sal na alimento, porém minha pressão não diminui” Nesse ambiente é indispensável que possa ser realizado uma investigação dos práticas alimentares do paciente. Várias indivíduos acreditam que o sódio está apenas presente no sal, porém é um grande ardil. Algumas dicas essenciais para proporcionar aos pacientes, a fim de garantir uma alimentação com saúde: Evite refrigerantes, sucos industrializados, uma vez que contem conservantes como o citrato de sódio, que não fornecem gosto salgado aos alimentos, porém aumentam a pressão da mesma maneira. Utilize o mínimo de sal possível no preparo dos alimentos Evite usar saleiro de alimentação Leia constantemente o chavão dos alimentos: tenha em mente que o uso agenda máximo de sódio é de 2.000 mg por dia. Evite os alimentos industrializados como congelados, macarrão efêmero, embutidos (salsicha, salame, tórax de perú, mortadela, cadáver, hambúrguer), sopas e caldos prontos (esses contem 3 vezes mais o que é sugerido consumir de sódio por dia), enlatados (ervilha, dinheiro, palmito), molhos (ketchup, mostarda, maionese, carnes salgadas (bacalhau, carne seca, defumados), alimentos com glutamato monossódico, uma vez que são abundantes em gorduras e sódio. Opte temperos naturais, como salsinha, cebolinha, coentro, cebola, alho, etc Diminua o uso de gordura, evite frituras e use óleo orgânico com equilíbrio. Consuma todos os dias no mínimo 3 porções de frutas e hortaliças (atenção em caso de comedimento, tendo como exemplo, diabete agregado) Opte alimentos integrais, uma vez que são abundantes em fibras, vitaminas e minerais. Aumente o uso de potássio (a partir de que não haja comedimento), uma vez que induz à diminuição da pressão nas artérias, além do resultado advogado em oposição a danos cardiovasculares. Tenha em mente que nutrientes suplementados são capazes de não ter o inclusive resultado sobre a pressão so que aqueles naturalmente localizados nos alimentos. Exemplos de alimentos ricos em potássio: banana, melão, laranja, frutas secas, abacate, cenoura, beterraba, folhas verdes-escuras, ervilha, feijão, bago de gergelim, embrião de trigo, entre outros. Obs: o cocção causa redução de potássio.   EXERCÍCIO FÍSICA: É indispensável que antes de qualquer indicação sobre exercício física, seja realizado uma análise exordial, o teste de força, no momento em que disponível, conseguirá ser um dos recursos usados, especialmente os cidadãos cardiopatas. Recomenda-se que cidadãos com comorbidades ou PA oscilante realizem a exercício física com chefia de um profissional afinado. Os cidadãos no qual a pressão nas artérias sistólica e/ou diastólica estiver superior a 160 ou 105 mmHg, com respeito, não é sugerido que realizem atividades físicas intensas ou anaeróbias, sugerindo-se atividades leves e de descanso. As terapias de descanso e técnicas de controle de stress, tendo como exemplo a análise, são capazes de ser usadas inclusive até quando também não existe um controle da pressão nas artérias e mostraram ter resultado hipotensor. “Com qual frequência devo corporificar atividades físicas?” Independente dos treinos escolhidos, sejam eles aeróbios (caminhadas, agitação, ciclismo, natação, abalada) ou anaeróbios (musculação, saltos, abdominais, flexões e agachamentos), precisam ser iniciados pouco a pouco, respeitando o arraia de cada pessoa. A frequência recomendada é de 3 a 5 vezes por semana, no mínimo 30 minutos por dia, de acordo com a intensidade e forma de exercício realizada.