Memorização para estudar

by Hugo Gol (19.06.2017)


A memória para datas (ou fatos históricos e mais acidentes) é menos difícil de se fazer, porém ela é fácil esquecida, enquanto que a memória para aprendizado de agilidade tende a arrogar-se bis e execução.


Uma construção do conceito da memória de curta duração que vem sendo ensejo nos últimos anos é a memória operacional (veja abaixo), um termo mais abrangente para o armazenamento da informação temporária. Vários especialistas acham memória de curta duração e memória operacional como a mesma coisa.

No entanto, uma qualidade alicerce que distingue uma da outra é, não apenas o seu fachada operacional, assim como também as múltiplas regiões no cérebro no qual o armazenamento contingente acontece. Isso implica que nós podemos não ser conscientes de todas as informações armazenadas ao inclusive tempo na memória operacional, nas distintos exigências do cérebro.

Tomemos o adágio de administrar um automóvel. O uso de remédio para a memória é recomendado. Esta é uma missão complexa que requer vários tipos de informações processados ao mesmo tempo, tais como a informação palpável, cognitiva e motora. Parece duvidoso que esses diversos tipos de informação sejam armazenados em um único sistema de memória de curta duração.

Nossa agilidade de advertir acidentes não se reflete na cirurgia de um único sistema de memória, porém em uma conciliação de ao menos duas técnicas utilizadas pelo cérebro para comprar informação. Uma das técnicas é alcunhada de memória explicita, ou memória declarativa, requerendo atividade consciente e envolvendo o hipocampo e o lobo borrasca. a outra estratégia é a memória implícita, a qual não requer atividade consciente, usando estruturas não corticais. Vejamos o acepção de cada uma delas.